Gradualmente, os diferentes grupos de pessoas que foram colonizando essas terras começaram a submeter a natureza aos seus interesses. Se no começo abrir simples estradas era uma tarefa árdua, com o passar do tempo, elas deram lugar a pontes e linhas de ferro. Locais onde antes só eram acessados a pé, agora eram percorridos por maquinários pesados.

O homem que outrora era pequeno no meio da natureza começou a se posicionar acima dela. Incontáveis figueiras, perobas e araucárias, antes imponentes e vistosas, começaram a ser ceifadas uma a uma, dando lugar aos interesses econômicos. Ao mesmo tempo, diversos povos tiveram arrancados seus nomes, histórias, costumes e culturas, se vendo obrigados a (re)criar identidades para sobreviver. Chamaram isso de progresso.